quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Uma certa Técnica...


No século XX, alguns compositores usaram uma técnica que introduziu uma nova maneira de ordenar as alturas, mas ainda dentro do contexto das formas musicais tradicionais.

A lógica/Música


Tanto na Idade Média como no século XX, os compositores têm celebrado a ligação da música com a lógica da matemática introduzindo sistemas paramétricos de organização (principalmente no campo das alturas), que estão em grande parte sem relação com a percepção auditiva. Na Idade Média, essas técnicas eram invariavelmente ocultas, existindo sob a superfície em que as normas estilísticas acomodavam-se.

A História.


Assim, um matemático não sabe inicialmente como provar um novo teorema, e não sabe sequer se será capaz de resolvê-lo. Nem sempre, mesmo após resolver esse problema, o matemático está em uma posição capaz de expor claramente como conseguiu solucioná-lo, e como essa idéia nasceu e amadureceu em sua consciência.[...] Se a criatividade e a intuição existem, então suas leis indubitavelmente também existem, e a tarefa da ciência é conhecê-las objetivamente.“ Tem sido observado que, dentro da comunidade intelectual, uma proporção extrordinariamente alta de cientistas pratica a arte musical. Desde que pudéssemos supor que a música foi a primeira disciplina introduzida em suas vidas, então seria possível concluir que a música inspira um pensamento racional necessário à produção de trabalhos científicos? Lazaro Saminsky (1957), em seu livro Physics and Metaphysics of Music and Essays on the Philosophy of Mathematics, afirma que “os fundamentos acústicos da música emprestam a ela um tipo de imanência e fazem da música um correlativo do universo da mesma forma que as normas matemáticas. Na música também há um resíduo estranho de realidade ficcional ou factibilidade de alguma maneira relacionadas aos atributos do real: como símbolos e alusões puramente matemáticas – infinito, constantes, dimensões curvadas, números imaginários.“

Conceito.

Assim, um matemático não sabe inicialmente como provar um novo teorema, e não sabe sequer se será capaz de resolvê-lo. Nem sempre, mesmo após resolver esse problema, o matemático está em uma posição capaz de expor claramente como conseguiu solucioná-lo, e como essa idéia nasceu e amadureceu em sua consciência.[...] Se a criatividade e a intuição existem, então suas leis indubitavelmente também existem, e a tarefa da ciência é conhecê-las objetivamente.“ Tem sido observado que, dentro da comunidade intelectual, uma proporção extrordinariamente alta de cientistas pratica a arte musical. Desde que pudéssemos supor que a música foi a primeira disciplina introduzida em suas vidas, então seria possível concluir que a música inspira um pensamento racional necessário à produção de trabalhos científicos? Lazaro Saminsky (1957), em seu livro Physics and Metaphysics of Music and Essays on the Philosophy of Mathematics, afirma que “os fundamentos acústicos da música emprestam a ela um tipo de imanência e fazem da música um correlativo do universo da mesma forma que as normas matemáticas. Na música também há um resíduo estranho de realidade ficcional ou factibilidade de alguma maneira relacionadas aos atributos do real: como símbolos e alusões puramente matemáticas – infinito, constantes, dimensões curvadas, números imaginários.“

Borodin.


Borodin: Ademais, um indivíduo como Borodin que era ao mesmo tempo um importante químico e um grande compositor, observou uma pequena conexão entre esses dois mundos. Entretanto seu mentor, o químico Nikolai Zinin, uma vez escreveu: “Mr. Borondin, interesse-se um pouco menos pelas canções. Eu estou colocando em você toda a minha esperança ao prepará-lo como meu sucessor, e você não pensa em nada além de música, você não pode caçar duas lebres ao mesmo tempo.” As recentes biografias sobre Borondin relatam que ele “não pensava em ‘duas lebres’ absolutamente. Em cartas escritas para amigos e conhecidos ele enfatizava que seu entusiasmo musical era apenas um ‘relax’”(Figurovskii and Solov’ev 1988). No século XX, particularmente devido à aceitação do moderno (a psicologia experimental); a legitimação da intuição e da criatividade foi reconhecida pela comunidade científica, porque esta acreditava que aquelas finalmente poderiam ser explicadas. R.K. Zaripov(1963) observou que “a intuição representa uma regra importante não somente na criatividade artística – as descobertas científicas, também, são impensáveis sem a intuição.

Mil e 1 utilidades.

A Matemática serve absolutamente para tudo! Toda a existência provém de cálculos matemáticos! O número de cromossomos em nossos genes,
O número de átomos que define cada elemento químico e por aí vai...
Vale lembrar que sem matemática, não haveria física, e consequentemente, não haveria engenharia ou arquitetura.
Não haveria informática, pois os computadores, mesmo hoje em dia funcionam a base de cálculo binário. Não haveria música se não houvesse matemática ( a soma de diferentes sons que constituem uma melodia, por exemplo...)
Enfim, sem matemática não haveria civilização,podemos desconfiar que sem a matemática talvez a vida não existisse.